domingo, 10 de fevereiro de 2019

A Educação na Idade Média

Na Idade Média a maior parte das pessoas não ia à escola. A educação era prática; as crianças aprendiam apenas aquilo de que necessitavam para a sua vida útil. Os rapazes do campo aprendiam a cultivar, a tratar dos animais e a reconstruir casas. As raparigas aprendiam a fiar, a tecer e a cozinhar. Antes do séc. XIII, poucos nobres e suas mulheres sabiam ler e escrever. Mas alguns mandavam os seus filhos para as escolas dos mosteiros, onde se tornavam monges e cultos. Aprendiam a ler e escrever em latim e a aritmética era ensinada com números romanos.
Diz a História que os professores desta época eram severos e até cuéis para com as crianças pois achavam que o saber devia ser incutido à força. Aprender era principalmente decorar.
Desafio: Diz o que pensas sobre o modo como educavam os jovens nesta época.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Passatempos e Diversões na Idade Média

A vida no castelo era por vezes fria, frequentemente desconfortável, mas nunca aborrecida. Havia sempre algo a fazer e, após um dia de trabalho, o nobre e a família divertiam-se com jogos. Dois dos preferidos eram a caça e as justas.

A caça assumia várias formas, algumas das quais ainda hoje existem, mas a mais nobre era a altanaria: o nobre soltava aves de rapina domesticadas, como por exemplo falcões, que capturavam pássaros mais pequenos. A caça com cães era também muito popular. Os falcões, cães e outros animais de caça eram muito estimados, levando uma vida melhor do que muitos seres humanos pobres.

No entanto, o desporto mais fascinante era o torneio das justas. Tratava-se de uma competição na qual os cavaleiros lutavam, uns contra os outros, montados nos seus cavalos. À medida que se iam aproximando dos seus adversários, baixavam as lanças compridas e faziam pontaria para os derrubar.

Desafio: Gostarias de viver nesta época e participar num destes torneios? Dá a tua opinião.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Banquetes Medievais

Em datas festivas ou quando o senhor tinha convidados nobres, era tempo de banquete no castelo!
As ementas parecem-nos estranhas: enquanto hoje se dividem os alimentos (peixe, carne e sobremesa) em pratos individuais, naquele tempo misturava-se o doce com o salgado. A garça assada e a cabeça de porco podiam aparecer na mesa ao mesmo tempo que uma tarte de natas, ovos, tâmaras e ameixas, extremamente doces.
As pessoas mais ricas gostavam do tempero com especiarias. Estas não serviam para disfarçar o sabor de algum ingrediente apodrecido, pois os alimentos eram, geralmente, bastante frescos: as refeições eram muito condimentadas por ser essa a forma de cozinhar que estava então na moda. O preço das especiarias era muito elevado, logo a comida condimentada era sinal de riqueza e de luxo.
Nos castelos mais luxuosos, as refeições podiam ser totalmente acompanhadas de música, mas normalmente os músicos tocavam apenas nos intervalos de cada prato.
Desafio: Dá a tua opinião sobre os banquetes desta época.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Os Castelos Portugueses

Durante o período da reconquista construíram-se muitos castelos por toda a Península Ibérica. Em Portugal foram construídos tanto por parte dos cristãos como por parte dos Muçulmanos. Os castelos eram, sobretudo, importantes postos de vigilância e de defesa. Localizados no alto de elevações e feitos de pedra e de madeira, asseguravam a defesa de vastas regiões. Naquele tempo, quando desejavam avançar no terreno, os exércitos portugueses eram obrigados a tomar fortificações mouras. Para isso, cercavam-nas e utilizavam armas de assalto especiais.
Ainda hoje, por todo o país, existem vestígios desses antigos castelos; muitos estão em ruínas, outros foram modificados. No entanto, se os visitares podes aprender muito acerca da sua importância e do dia a dia dos que lá viveram.
Desafio: Refere o tipo de armas utilizadas no tempo da Reconquista Cristã.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

A Viagem dos Algarismos

Estamos hoje tão habituados aos algarismos, os principais símbolos com que realizamos operações matemáticas, que por vezes nos esquecemos que nem sempre foi assim.
Durante muitos séculos usaram-se na Europa os chamados números romanos representados, como sabes, em maiúsculas que tornavam bastante complicada a operação aritmética mais elementar. Experimenta fazer uma soma ou multiplicação usando números romanos e poderás comprovar essa dificuldade.
Foram os Muçulmanos quem divulgou no Ocidente os algarismos que hoje usamos. Aliás a própria palavra é árabe e deriva do apelido de um matemático muçulmano do séc. IX.
Entre outras originalidades, o novo sistema de numeração incluía o uso do 0 (até aí completamente desconhecido). A sua criação é considerada, por alguns autores, a maior descoberta de todos os tempos.
Desafio: para além dos algarismos, que outras inovações trouxeram os Muçulmanos para a Península Ibérica?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A Mesquita - local de oração

A mesquita é o elemento mais importante da cidade muçulmana.

Ela é mais do que um local de oração, é um centro de vida e de cultura.

A palavra mesquita (masjid) significa o lugar onde se prostram (peranta Alá).

Segundo o ritual, a oração é feita às sextas feiras, pelo meio dia, e nela deve participar toda a comunidade.

Antes de entrarem na mesquita devem virar-se para o Mirhab, muro que indica a orientação para Meca.

A vida da cidade girava em torno da mesquita: na oração de sexta feira eram dadas a conhecer as notícias e decisões respeitantes à comunidade. Era ali que as pessoas se encontravam e passavam parte do seu tempo livre.

Dentro da mesquita funcionava o madrasa, a escola onde os mais pequenos aprendiam a ler através do Corão.

Desafio: estabelece a comparação entre o Cristianismo e o Islamismo

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

A Casa Romana

A Casa Romana Os Romanos construíram muitas cidades na Península Ibérica. Como já viste, todas elas eram uma espécie de cópia de Roma, mas em menores dimensões. Tinham ruas largas, praças e belos monumentos como o fórum, templos, termas e teatros. Alguns edifícios das cidades podiam ter até quatro andares, mas eram os mais pobres que viviam nos andares mais altos. As vilas estavam organizadas à volta de um pátio interior onde existia um jardim e uma fonte ou lago. A maior parte das janelas da casa estava virada para este pátio, para proteger a casa do calor e dos olhares dos estranhos. À volta desse pátio ficavam os quartos, a cozinha e o salão. Este, tinha o chão revestido de mosaicos e as paredes eram pintadas com desenhos geométricos de cores fortes e brilhantes. Os Romanos tinham menos peças de mobiliário do que nós. Para além da cama, existiam alguns sofás, bancos e arcas para guardar o que fosse necessário. Proponho-te agora um desafio: recorda as habitações dos Lusitanos e compara-as com as casas romanas.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Usos e costumes romanos As crianças romanas tinham brincadeiras semelhantes às de hoje, tais como andar às cavalitas, jogar ao berlinde com nozes, pedras ou ossinhos, lançar o pião e correr atrás do arco ou da bola. Às meninas, em regra mais calmas nas suas brincadeiras, não faltavam bonecas e miniaturas para construirem as casinhas. Os romanos, em geral, tinham o culto do banho. Ir aos banhos era uma actividade social e representava quase o mesmo que ir hoje ao café. Aí se encontravam os amigos, conversava-se e até se jogavam jogos de tabuleiro. Para ir aos banhos levava-se um frasco com azeite para ungir o corpo e uma pequena almofada curva para remover a sujidade da pele. Os espectáculos de circo eram muito apreciados pela população romana. Neles, homens defrontavam feras (tigres, leões, ursos) ou outros homens. Cada um procurava sobreviver matando o seu adversário. Antes do início de cada combate, estes homens chamados gladiadores, saudavam o imperador com a frase: "Salve, César. Os que vão morrer saúdam-te!". Decifra agora este enigma: Um homem encontrou uma ânfora que tinha gravada a data VIII a. C. e desde logo a considerou uma das maiores descobertas de todos os tempos. Passou por ali um estudante, sorriu e imediatamente afirmou que a ânfora era falsa. Porquê?

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Olá! A longo deste ano letivo, farás a tua viagem pela História e Geografia de Portugal. As atividades que te proponho têm por objetivo ajudar-te a organizar os teus conhecimentos acerca de Portugal no passado e de Portugal hoje. De facto, quando as terminares estarás pronto a responder a perguntas tão complexas como: Como vivemos? A que atividades nos dedicávamos? Como nos divertíamos? De que modo nos deslocávamos? Quantos somos hoje? Desejo-vos um bom trabalho!