No início do século XV, os navegadores utilizavam embarcações muito frágeis; as mais vulgares eram a barca e barinel. Estavam equipadas com velas quadradas, permitindo apenas uma navegação costeira, com ventos favoráveis.
Não podiam aventurar-se com elas no Oceano Atlântico porque não suportavam os ventos fortes e as correntes marítimas. Começaram a usar então um novo barco: a caravela. Era maior e tinha velas triangulares o que permitia bolinar com ventos contrários.
Quando navegavam junto à costa, os Portugueses orientavam-se com a bússola, que lhes indicava os pontos cardeais. Serviam-se também de mapas, chamados portulanos ou cartas de marear onde se marcavam os nomes dos portos marítimos, o recorte das costas marítimas e as rotas comerciais.
Mas a navegção atlântica colocou novos problemas de orientação aos Portugueses. Afastadas da costa, as bússolas não eram exactas e para determinar a posição do barco, os marinheiros passaram a recorrer às estrelas. Para isso, serviram-se de instrumentos como o astrolábio, o quadrante e a balestilha. A este tipo de navegação dá-se o nome de navegação astronómica.
Desafio: Indica três dificuldades sentidas pelos marinheiros portugueses no Atlântico
Menciona uma das vantagens da caravela sobre a barca.
1- os ventos, as correntes e os monstros marinhos.
ResponderExcluir2- a caravela permite navegar contra o vento.
João Peixoto 5º b
1-os ventos, as correntes e os mons
Excluirtrosmarinhos que viviam no mar.
2-a caravela permitia navegar em ventos contrari-´
os, porque tinha uma vela que rodava.
1-os ventos , as correntes , e os seres monstruosos
ResponderExcluir2- a caravela permitia navegar contra o vento
catarina 5ºd